Os excluídos

Vivemos em uma sociedade onde a pobreza é uma maldição e não é bem vista pela a elite classista. Mulheres afro-brasileiras, mulheres da classe social menos favorecidas, LGBTQ e indígenas são vistos como ‘indesejáveis’ e excluídos.

Em uma sociedade onde a pobreza, a violência e a discriminação são crescentes, ‘DEPENDENTE  QUIMICO’ e uma pessoa com uma escolha sexual diferente está errada. Pior, pessoas com esquizofrenia são presas sem esperança de ajuda e apoio para viver uma vida digna e saudável- a demonização e criminalização do desconhecido e incompreendido. Jovens no Brasil com histórico de diagnóstico duplo enfrentam sérios desafios.  Abrir-se sexualmente com a família e amigos não é fácil.

No Brasil, só posso imaginar como deve ser assustador para um adolescente que está despertando sua sexualidade e como pode ser difícil para eles falar sobre isso – especialmente em uma sociedade onde quem está no poder criminaliza a homossexualidade e as doenças de saúde mentais.  Os jovens veem o mundo de uma perspectiva diferente. Muitos jovens ainda não conseguem entender seus sentimentos.  Vivemos em uma sociedade onde o preconceito, estigma e a discriminação são grande – infelizmente.  No Estado do Maranhão, a ignorância e a falta de conhecimento têm levado muitos jovens a se viciarem em drogas. A ideia de que homossexualidade e doença mental são demoníacas é uma abominação. Os jovens que não têm certeza sobre sua sexualidade caem no abismo. Frequentemente, os jovens não têm certeza de como lidar com os pensamentos sobre sua orientação sexual.  Precisamos espalhar a consciência e ajudá-los com essas questões.  No momento, não há ajuda e nem recursos disponíveis nas comunidades de baixa renda. Essas pessoas precisam de conselheiros e recursos de saúde mental para lidar com seus problemas muito “normais” compreensão e compaixão e uma das dicas importantes pare se dialogar sobre esse tema.

Sem a ajuda e o apoio emocional adequados, as pessoas LGBTQ podem mergulhar fundo no abuso de drogas. Essas pessoas usam drogas para escapar da ignorância , do preconceito ,prejudicial e tóxica ao seu redor e insolá-los com ajuda e compaixão. O uso de substâncias pode ser uma saída de curto prazo da miséria, incerteza e confusão de sentimentos contraditórios e de não saber como suas próprias famílias reagirão à sua situação.  A supressão das emoções não é uma resposta para as pessoas LGBTQ, e a marginalização também não deve ser a resposta da sociedade!

Versão em Português de Ana Medeiros

Um comentário em “Os excluídos

  1. Não podemos mais ser coniventes com o silencio do Estado em tudo que se refere a Direitos Humanos, é imprescindível que se apure todos os casos e especialmente esse, que se torne de envolvimento internacional e que esse caso sirva de exemplo, a família espera respostas e a sociedade também.

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